16 de nov de 2009

Hoje não há luzes.

Dia desses dei uma relida no conto 'Para um Avenca Partindo', de Caio Fernando, e ao me deparar com um trecho em especial, veio-me em mente ume preocupação até então despercebida. Até que ponto conseguimos diferir nossa idealização da realidade? Até que ponto isso pode interferir no desenrolar de cada situação? Até que ponto essa cegueira induzida pelo nosso inconsciente pode nos afetar e, finalmente, até que ponto conseguiremos aguentar cada decepção por essa grande vontade - e ilusão - que temos de encontrar facilmente tudo o que aspiramos? Todas essas perguntas têm respostas que eu particularmente desconheço, mas que tiram-me o sono tentando encontrá-las.

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