25 de mai de 2010

Pérolas aos porcos

Se eu fosse bom nisso, eu até acenderia um cigarro agora, tomava aquela vodca vagabunda na geladeira e continuaria, passando assim, ignorando o que eu insisto em ver e já que insisto, quero ver mais de perto ainda e machuca a qualquer distância.
Se eu não gostasse tanto de ponto final e que medo de ter me arrpendido eu não pontuei as coisas ou não o fiz da maneira certa e meus verbos estão separados dos meus sujeitos por vírgulas por espaços de tempo.
E eu não consigo ignorar. Não consigo passar ileso e não sei como ou pra quem dizer isso. Porque, como eu disse antes, é atirar pérolas aos porcos. E aos poucos.

Daqui: Cá entre nós...

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