19 de nov de 2015

hoje

acho que foi no dia em que acordei sem sentir. da ausência, a razão: todo o questionamento que já tive de mundo me veio do limbo emocional-estrutural em que acordei imersa. a saber: tempos líquidos amor líquido sociedade líquida em que não se têm a decência de questionar a liquidez de nada. infelicidade: mas o mundo não é do tamanho que seu limite impõe. mundo mundo vasto mundo, ele já não disse isso há muito tempo? 
os grande escritores e pintores e desenhistas e escultores e pensadores já passaram por isso. mas não passamos mais. co mo di da de. assim, pausada. do mesmo jeito lento que se levanta para enfrentar toda uma rotina inquestionável de felicidade provisória e pontual. 
cansaço. ainda, permaneço: estática.

é o horror ou a covardia que paralisa?